Este é mesmo o último episódio da Saga Portucalense, o fim de um país tal como o conheci ou pensei conhecer. Aliás, o Vozes Dissonantes andou sempre à volta desta triste saga, sobretudo no seu período de vida blogosférica, de Agosto de 2007 a 1 de Novembro de 2010: 3 anos e 3 meses.
Têm aqui tudo o que consegui destacar, baseada nas minhas limitadas deduções é claro, porque não temos acesso aos dados que importam, os que nos dão não são fiáveis.
É só linkar a palavra-chave Saga Portucalense, está lá o essencial.
Manterei aqui a lista dos links actualizada, porque estão a surgir novos lugares blogosféricos interessantes e virados para o futuro, embora num país sem futuro.
Mas, coragem, gerações mais novas, não é obrigatório ficar aqui a vegetar, aproveitem todas as hipóteses possíveis que a vida vos der. Se não vos forem dadas, procurem-nas, inventem-nas, sejam criativos. Para já estudem, apliquem-se, não se conformem com a educação normalizada socialista, leiam, procurem, exercitem a reflexão.
O vosso futuro não está irremediavelmente colado ao desastre nacional, à decadência nacional. Libertem-se de destinos medíocres que vos querem aplicar, das propostas de uma vida superficial e sem princípios, essa via só vos levará à decadência. Esse caminho é, aliás, tão velho como o caminho palmilhado pela barbárie no seu percurso cultural difícil e penoso.
O vosso futuro dependerá da vossa criatividade e do vosso desejo de autonomia. É claro que, no séc. XXI, esta autonomia é desenhada numa interdependência, só quem perceber isso se irá adaptar aos novos desafios.
Palavras-chave: reflexão, criatividade, rapidez, flexibilidade, relativa autonomia, interdependência, capacidade de escolha, decisões rápidas e eficazes, consciência baseada no respeito pelo grupo e pelas prioridades, acordos leais.
Já perceberam a ideia geral, não é?
De resto, nada mais a acrescentar. Gostei de aqui vir. Ao acompanhar esta triste saga portucalense, acabei por perceber melhor o meu próprio percurso. E isso foi muitíssimo útil, pois permitiu-me mudar a minha perspectiva e perceber finalmente as grandes ilusões e as grandes esperanças logradas. A idade aqui também tem um papel importante, claro está. A partir de certa altura, simplesmente não queremos perder tempo, o tempo passa a ser precioso.
Continuam a ouvir-me no Rio sem Regresso, n' As Coisas Essenciais e, em óptima companhia, na Farmácia Central e n' O Valor das Ideias.
Um abraço blogosférico, sobretudo às gerações que herdaram um país destruído e dependente, que a minha geração, e as antecedentes, lhes vão deixar sem terem responsabilidade alguma nisso.
E um sorriso, a nossa melhor aquisição cultural enquanto espécie, a mais poética e luminosa.
Que a boa sorte e a inspiração (que é sempre divina), vos acompanhem sempre, queridos Viajantes!
Já cá só faltava mesmo a propaganda científica do conhecimento socialista, a obsessão sexual...
E desta vez em Exposição anual, pois vai estar no Pavilhão do Conhecimento até Agosto do ano que vem. Isto, se entretanto este regime não cair em si e der uma varredela na actual insanidade nacional. É que, mesmo amoral e inculto, o regime actual não há-de querer ficar na história como o mais estúpido e boçal. Ciber-pornografia empurrada às crianças e adolescentes como ciência e conhecimento.
A questão que hoje se coloca é esta: como é que os cidadãos portugueses se podem defender de quem os governa?
Bem, nem todos se terão apercebido da dimensão do desastre nacional, pelo menos um milhão deles resolveu apostar neste governo e decidir pelos restantes milhões, descontando o milhão da emigração no período 2005-2010.
Pelos meus cálculos, não andarei longe. É claro que estes números ninguém os dá, passam directamente para a abstenção, certo? É onde tudo cabe.
Um milhão de alminhas decide pelos outros desgraçados, é esta a nossa democracia representativa.
E quanto à Presidência, também não andaremos muito longe. Um milhão e meio, ou nem tanto, vai decidir pelos outros todos.
Já me tinha apercebido que o melhor partido para o regime amoral que temos é mesmo o socialista. E também já me tinha apercebido que o seu Dicionário não é igual ao nosso.
Para já:
Acordo - garantir que se faça o que eu quero;
Despesa - campo intocável do orçamento;
Impostos - trabalhem para cobrir os buracos que vamos abrindo;
Negociação - fazer o que eu quero;
E há mais, mas por hoje já enjoa... não acham?
Comentário à parte: Bons actores? Os que entraram na telenovela nacional Encenações do Regime?, para salvar a imagem de um ou outro representante máximo até hoje alheio ao desastre nacional? Péssimos actores, mas também não se pode exigir muito, afinal o guião é pior do que medíocre, é execrável.
O dia amanheceu lindíssimo... e eu sem inspiração para terminar com este assunto da República... não, a República não me inspira, mas ainda há uma coisa ou outra que gostaria de deixar aqui...
Por exemplo, dizer que é um regime bélico, frio e metálico. Que é muito semelhante a um regimento militar. Pouca filosofia e nada de arte, mas muita maquinaria e tecnologia.
Regime incompatível com a tolerância e a amabilidade da alma portucalense. Incompatível igualmente com os valores cristãos, de respeito mútuo e vida comunitária.
Os cidadãos são soldados de uma causa que é só sua. Formatados à medida medíocre da sua insignificância, ignorantes da sua verdadeira condição: só contam para alimentar a máquina, nada mais. E ainda têm de se orgulhar de a servir.
Haverá ainda vestígios desse "portugal antigo"?
Para quem ainda vislumbrou esse "portugal antigo", essa cultura da amabilidade, que passa de geração em geração, cria anti-corpos naturais em relação a qualquer regime vazio e amoral.
A República Portuguesa, o regime que comemora hoje o seu centenário, teve a sua obscura génese há bem mais tempo. Iniciou-se a tentar apagar o "Portugal antigo", a tentar varrer a sua história e cultura-base, como um buldozer frio e metálico.
Impôs-se pela violência e manteve-se pela repressão: a linguagem do poder é que a move, a essa máquina, não a linguagem dos afectos, da sensibilidade, do coração.
100 anos de República, mas mais de 200 de "machadadas culturais", "fracturas" sociais e territoriais, a preparar o terreno para a domesticação sistemática e em série. É por isso que hoje poucos estão sensíveis às narrativas ocultas, à verdadeira história do país, à saga portucalense.
A produção em série dos "servidores do regime", esquecendo que o regime é deles, não é nosso, nunca foi. Nós somos os figurantes, os papalvos, "olhó Presidente", etc. e tal.
A máquina, que serve o sistema e que é protegida por ele, ainda se irá manter por uns tempos, com a ferrugem a corroê-la.
Continua:
Muitas são as razões para a direita ter ficado sem candidato presidencial. E todas, de certo modo, a revelar a fragilidade de um regime e de um país.
Bem podem algumas vozes críticas e demolidoras amesquinhar e ridicularizar as diversas tentativas de alguns grupos de encontrar o seu candidato. A nossa história futura lhes mostrará que essas iniciativas faziam sentido: é que a direita não tem candidato presidencial.
Para que não persistam quaisquer dúvidas, irei definir o que entendo por cultura de direita. Considera-se como de direita todo aquele que valoriza:
- o valor intrínseco de cada indivíduo, o valor da vida; projecta-se no futuro da comunidade, na sua sobrevivência e protecção;
- a família, como núcleo fundamental de uma sociedade, e a coesão familiar como a base de coesão da comunidade;
- os valores tradicionais que estruturaram a sua comunidade, mantendo os seus registos e ensinamentos para memória colectiva futura;
- o direito à privacidade e à autonomia relativa das famílias, conferindo ao indivíduo a responsabilidade pelo seu percurso;
- organização social que respeita o mercado, a livre iniciativa, a qualidade de serviços, a criatividade, procurando a prosperidade da comunidade;
- etc.
Penso que aqui já haverá pontos suficientes que a distingam do sistema que nos domina actualmente e que resulta de mais de dez anos de cultura socialista-arrivista-corporativista, em cima de dez anos de cultura híbrida-arrivista-corporativista, em cima de alguns anos de desordem geral com apenas um breve intervalo de esperança (Sá Carneiro e a AD), em cima de seis anos de rendição progressiva marcelista (e eu que pensei que tinha sido uma abertura primaveril), em cima de quarenta e dois anos de bafio cinzento de um corporativismo contabilista, em cima de dezasseis anos de guerrilha urbana. Uf!
Claro que haverá aqui, neste percurso medíocre que coincide precisamente com a República, relações de causa-efeito, mas também haverá aqui um padrão, repetições de tendências, de erros, de equívocos.
Agora chegámos a este impasse terrível, mesmo que o tentem desvalorizar: a direita ficou sem candidato presidencial.
E agora vamos tentar encontrar as razões deste facto:
1 - o actual Presidente teve votos da direita, mas a sua base de apoio é essencialmente a da cultura híbrida-arrivista-corporativista que ajudou a criar e a generalizar;
2 - o actual Presidente privilegiou a tranquilidade da presidência e a possibilidade de uma reeleição, às necessidades de um país em crise profunda, gerido na base da mentira, dos abusos de poder, da dominação progressiva do sistema; (1)
3- o actual Presidente tornou-se cúmplice do sistema por ausência de intervenção, mesmo que os seus poderes sejam limitados, basta reparar como reagiu de imediato sempre lhe pisaram os calos presidenciais;
4 - o actual Presidente tornou-se, assim, o melhor seguro de vida do governo socialista e da manutenção do sistema;
5 - como o actual Presidente é a melhor candidatura do PS, e Alegre o seu maior pesadelo, a direita não tem alternativa a não ser procurar um candidato.
Dificuldades reais na busca de um candidato:
- o curriculum político: terá de ter um percurso político qualquer, foi assim com os anteriores, todos protagonizaram qualquer acontecimento histórico;
- a popularidade: hoje em dia tudo se mede por isto, pela visibilidade, mesmo que a pessoa em questão não tenha o perfil nem a consistência (o caso evidente do actual Presidente);
- base de apoio: a direita, como aqui é entendida, a mais autónoma, não refém do sistema, está em pequenos grupos, a meu ver, e não organizada num grande grupo;
- o sistema domina os meios de comunicação e tudo fará para boicotar qualquer iniciativa da direita; isto pode parecer excessivo, dito assim, mas é o que nos aconteceu realmente (ou deixámos que nos acontecesse); (2)
- etc.
Perfil ideal de Presidente da República:
- licenciatura e experiência profissional em áreas que impliquem liderança;
- contactos internacionais no âmbito profissional;
- conhecimentos de História do seu país e da História Europeia; relações internacionais, etc.
- respeito pelas tradições, pelo património, pela diversidade cultural regional;
- privilegiar a defesa nacional, acima de todas as outras motivações, protegendo o país de todos os desvios democráticos;
- utilizar e optimizar os seus poderes limitados, nos melhores interesses da soberania, sobrevivência, estabilidade, coesão nacionais;
- traços psicológicos: maturidade, coragem, capacidade de liderança, boa comunicação, auto-confiança, etc.
Ter autoridade moral, alguém em quem se confia, não é apenas não ter cometido delitos ou desvarios. É alguém que está lá quando é preciso. Que não se esconde nos seus fracos poderes para não se comprometer. Que sabe qual é o seu papel. E que o seu papel não é fazer de múmia paralítica à espera do dia do Juízo Final. (Pronto. Lá me entusiasmei outra vez). (3)
Agora já é tarde para voltar atrás ou para recuperar o tempo perdido, refiro-me ao benefício da dúvida perdido. Mesmo que prometa um segundo mandato mais activo, isso não vai recuperar o tempo perdido e apagar a sua cumplicidade como testemunha silenciosa. (Olha, aqui está um título giro para um conto de terror: A Testemunha Silenciosa...)
(1) Também aqui.
(2) E este tique faz parte da sua identidade cultural, pelos vistos!
(3) Ou seja, a próxima Grécia (ups!)
Um texto muito interessante de Rui Albuquerque, no Ordem Livre, Liberdade e legalidade. Um exercício fundamental num tempo em que se percorre a passos largos um caminho obscuro e tortuoso, no sentido da tirania.
Pode parecer excessiva a utilização deste termo, tirania, mas também o encontramos no texto, quase no final, quando o Rui cita um autor, James Madison. Reparem bem na definição e vejam se não coincide, de forma preocupante, com os tempos actuais, se não é nesse sentido que nos estão a (des)encaminhar:
" A acumulação de todos os poderes, legislativo, executivo e judicial, nas mesmas mãos, quer sejam as de um, de uns poucos, ou de muitos, quer sejam hereditárias, autonomeadas ou eleitas, pode justamente ser declarada como a verdadeira definição de tirania."
Poucas são as vozes verdadeiramente dissonantes. Umas até podem pensar que são dissonantes, estar mesmo convencidas que são mesmo mesmo dissonantes, mas na verdade apenas divergem um bocadinho deste estado de coisas, apenas o suficiente para acalmar a sua consciência. No fundo, interessa-lhes este estado de coisas, enquanto o seu pequeno mundo permanecer inalterado, sem muita turbulência.
Já não me refiro aqui às vozes que se querem fazer passar por dissonantes mas que na verdade servem o sistema, é só para confundir e distrair os menos atentos. Essas vozes não me interessam, nem mesmo para um possível estudo sociológico. Se um dia acordarem para a sua responsabilidade neste estado de coisas (e é bem provável que a sua consciência permaneça limitada aos seus interesses mesquinhos e nunca se liberte), compreenderão que os resultados deste caminho errado também os irão afectar, ninguém ficará de fora das consequências desastrosas, nem mesmo num qualquer oásis para onde pensarem escapar.
E as vozes que se poderiam e deveriam ter erguido, mas escolheram o silêncio e o conformismo, essas também sentirão na pele as consequências dessa escolha confortável. Mesmo que a sua consciência não lhes pese, mesmo que se julguem acima de qualquer avaliação histórica, mesmo que a sua popularidade não sofra um grande beliscão, ainda assim as consequências também lhes baterão à porta. Porquê? Pela lei da física: o que se provoca ou ajuda a provocar vem em ricochete e quem sabe, com a lei da inércia ou da catapulta, poderá vir de diversas direcções.
É que não se destrói, ou ajuda a destruir, ou se permite que se destrua, sem consequências. Não será possível escapar nos intervalos desta peça medíocre. O papel que se desempenhou está lá, registado, para memória futura. E há sempre narradores para a memória futura.
Em algumas consciências autónomas, porque dificilmente a veremos à vista desarmada ou num partido do sistema. O que me parece é que estas consciências estão dispersas ou em pequenos grupos. O que não é necessariamente negativo, o facto dos grupos serem pequenos, porque permite a flexibilidade e a reflexão (a vida afinal) e não o corporativismo partidário (a esclerose anunciada).
A direita viu-se sem representantes à altura depois de Sá Carneiro. Hoje vemo-la apenas no CDS, à mistura com alguns equívocos, mas ainda assim, o único partido onde pode ainda morar. O único partido, de todo o sistema, com potencialidades de regeneração. Se nunca se distanciar da realidade e se se concentrar no essencial das questões fundamentais.
O PSD está claramente no e com o sistema. É apenas um simulacro de direita que o sistema utiliza para se manter e perpetuar.
O BE também está no sistema, respira através do sistema, digamos que o sistema é a sua garantia vital.
O PCP não está no sistema mas por razões diferentes do CDS.
Só espero que o CDS não se deixe deglutir pelo sistema, pois ficaríamos sem um espaço-tempo para viver, destinados à domesticação socializante que a Europa nos preparou, através do sistema.
A direita vê-se agora também sem um representante presidencial e sem candidato presidencial. Pela primeira vez. Ora aqui está um cenário que nunca teríamos previsto. Os "mão-fechada" têm candidato. Os laranjinhas têm candidato. Os bloquistas têm candidato. Os comunistas têm candidato. Só a direita não tem candidato.
Sim, a informação que ninguém lhe dá e que tem a ver consigo, cidadão-contribuinte-eleitor. A informação sobre o que andam a fazer com os seus impostos, sim, os impostos que viu aumentar contra todas as promessas e mais alguma. A informação sobre a precária situação financeira do país, tudo o que implica a sua vidinha, o seu futuro.
Essa informação, quando passa, é logo relativizada pelos comentadores do regime, e pela informação oficial. Entretanto, arranja-se mais uma distracçãozinha para afastar as atenções de informações incómodas. E entretanto também se vão controlando as diversas fontes de informação incómoda. Até estar tudo sintonizado a uma só voz.
Ficam alguns lugares, a blogosfera é um deles. E o Facebook. Digamos que é nestes lugares que encontramos a informação mais fidedigna. Não quer dizer que não a temos de filtrar. Ou testar. Ou comprovar. Mas é a mais fiável.
A informação é o primeiro passo. É preciso que o cidadão-contribuinte-eleitor perceba o que está realmente em causa, o seu futuro. Também está em causa a viabilidade do país, mas isso é preocupação de algumas consciências mais idealistas. O cidadão comum é muito prático, o seu próprio futuro é que o preocupa. E enquanto não perceber o filme de terror para onde o estão a empurrar, iludindo-o com filmes tecnicolor, manter-se-á sentado no cadeirão à espera de uma solução milagrosa.
Se fosse cardíaca já teria sucumbido, fulminada pelas surpresas da vida. E hoje era um dia tão bom para me finar... lá fora, o sol a iluminar-me o dia... Sim, hoje seria um bom dia para me finar...
A surpresa? A surpresa é uma daquelas surpresas que raramente nos acontecem. Verdade! O Delito de Opinião receber-me assim, de uma forma tão amável... Nem dá para acreditar. Um blogue que nos acolhe amavelmente desde o início, que é como chegar a casa, uma casa alegre, onde se ouvem outras vozes animadas, e risos, muitos risos... E onde há filmes e livros, fotografias, histórias de viagens... e onde se trocam ideias e sempre de forma calma e sensata... Uma casa assim é muito útil sobretudo nos meses de inverno, digo-vos já. Os meses de inverno passam a voar, porque aqui é sempre Natal e depois são os Óscares e, quando menos esperamos, pim!, já é Páscoa de novo e o sol volta a aquecer-nos a alma...
E porque é que tem um significado especial? Porque o Pedro foi o primeiro a reparar num rio que começou a navegar há 3 anos... nele vai a Marilyn, o Robert Mitchum e um rapazinho (metáfora de uma família poética), nesse rio às vezes calmo às vezes bravio e livre (a vida).
Obrigada, queridos Delitos! Muito especialmente ao Pedro, mas também à Teresa, à Ana Vidal, à Leonor, e ao João Carvalho. Pelo amável convite e por me terem aturado até hoje. Porque eles sabem que eu sou mesmo chata! Um grande abraço blogosférico!
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